O pavilhão de exposições e espectáculos artísticos para jovens situado no edifício da Caixa Escolar, na praça do Tap Seac, acolheu entre os dias 14 e 19 uma mostra fotográfica sobre o património de Macau (material e imaterial). Em exposição estiveram os trabalhos premiados num concurso promovido pelo Instituto Internacional de Macau (IIM), Associação de Fotografia Digital de Macau e Clube Leo Macau Central, com o patrocínio da Fundação Macau. Este concurso teve por objectivo “desenvolver um maior conhecimento sobre a historicidade de Macau junto dos cidadãos jovens locais”.

A sessão de inauguração e da entrega dos prémios contaram, entre os convidados, a presença do presidente do IIM, Jorge Rangel e do presidente da Fundação Macau, Dr. Wu Zhiliang. A exposição realizou-se com o apoio institucional da Direcção dos Serviços de Educação e Juventude. O júri do concurso foi composto por Lei Chung-Kei, Yen Kuacfu, Yuen Wai Man, Si Wun Cheng, Au Thien Yn, Sérgio Perez e António R. J. Monteiro. 

Decorreu no dia 9 de Dezembro de 2015, na Fundação Rui Cunha, uma palestra com o tema "A Nova Mundialidade e a emergência do mundo meridional”. A apresentação foi efectuada pelo presidente do IIM, Jorge Rangel e contou com o discurso do professor Severino Cabral.

Severino Cabral é o director-presidente do IBECAP – Instituto Brasileiro de Estudos de China e Ásia-Pacífico, sendo também professor da Universidade de Cândido Mendes (Rio de Janeiro) e da Escola Superior de Guerra do Brasil. O académico tem participado em muitos encontros internacionais e é autor de inúmeros trabalhos sobre a China, tendo sido classificado pelas autoridades chinesas como “pioneiro nos estudos sobre a China no Brasil”.

A palestra incidiu-se sobre o balanço do VII Seminário sobre o Papel de Macau no Intercâmbio Sino-Luso-Brasileiro, realizado no Rio de Janeiro, em Lisboa e em Pequim. No final da sessão, ainda foi apresentado algumas novas edições do Instituto Internacional de Macau (IIM), por Jorge Rangel, tendo sido oferecidas ao presidente da Fundação, Rui Cunha e distribuídas aos participantes desta palestra.

Nesta sessão, permitiu ainda o estreitamento das relações e de futuras cooperações de trabalho entre o Instituto Internacional de Macau e a Fundação Rui Cunha.

Fonte:  Diário do Povo Online

O Centro de Estudos dos Países de Língua Portuguesa da Universidade de Economia e Negócios Internacionais (UIBE, em inglês) sediou no dia 3 de Dezembro de 2015 em Pequim o “7o Seminário Macau e o Intercâmbio sino-luso-brasileiro”. O evento, que contou com o apoio do Instituto Brasileiro de Estudos da China e Ásia-Pacífico (IBECAP) e do Instituto Internacional Macau (IIM), debateu o papel de Macau como plataforma de negócios e a inovação no modelo de cooperação entre a China e os países de Língua portuguesa.

O antigo entreposto português na China comemora neste mês 16 anos da transferência da sua administração de Portugal para a China. A atual Região Administrativa Especial está passando por uma nova transição no qual ela tem se preparado para desempenhar ainda melhor o seu papel de plataforma de cooperação entre a China e as regiões no mundo de legado cultural português. Sob a nova situação da China e com o início das operações do Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas (BAII) e a iniciativa chinesa do “Um Cinturão e Uma Rota”, Macau tem a chance de inovar no seu modelo de plataforma de cooperação, desempenhando um papel ainda mais relevante de elo de ligação entre a terra de Confúcio e o mundo de Camões.

Na abertura do evento, Gong Tao, Diretor Geral Adjunto do Departamento de América Latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores da China, destacou a importância do Brasil para a China e reafirmou o papel de Macau como elo de ligação entre as duas nações. Gong Tao lembrou que o Brasil é atualmente o décimo maior parceiro comercial da China e que o país sul-americano, a despeito de estar passando por um momento de reajustes internos, possui grande potencial e ainda é o principal receptor de investimentos da China na América Latina. Ele lembrou que o Brasil e a China assinaram um acordo de troca de moedas e que o Brasil já possui 10 Institutos Confúcio e duas Salas Confúcio. Ele lembrou também que 250 alunos brasileiros estão na China com bolsas pagas pelo governo chinês.

O prof. Severino Cabral, um dos maiores especialistas de China do Brasil, destacou a importância de Macau inovar para acompanhar as mudanças no mundo, principalmente as mudanças em curso na China e no Brasil. Para ele, a nova realidade chinesa exige um modelo pautado na inovação, abertura e cooperação. O professor brasileiro destacou a nova arquitetura do sistema de infraestruturas da China centrado na iniciativa “Um Cinturão e Uma Rota”. Para ele, a concretização da iniciativa chinesa transformará o modelo de mundialidade e mudará o panorama da economia global.

Augusto César Batista de Castro, Primeiro Secretário da Embaixada do Brasil na China, expressou a posição do lado brasileiro de reconhecer a importância e relevância de Macau na cooperação entre a China e os países de língua portuguesa. “O Brasil reconhece o Fórum de Macau como um mecanismo de cooperação importante e fundamental, que gera enormes oportunidades para todos os países membros, ” disse.

O presidente do Instituto Internacional de Macau, Jorge Rangel, lembrou a necessidade de reafirmar o papel de Macau como centro mundial de turismo e lazer, com especial destaque para os casinos, importante fonte de receitas da ilha; fortalecer o papel de Macau como centro de formação avançada na China e o seu papel como plataforma de negócios e cooperação entre a China e os países e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Entretanto, Rangel lembrou que Macau para além dos negócios e da economia, tem desempenhado importante papel na formação de quadros; administração pública; turismo; saúde; recursos humanos; ciência e tecnologia; cinema, televisão e rádio; agricultura e etc. Para ele, o fato de Macau falar português gera oportunidades únicas para o conhecimento mútuo entra a China e os países da CPLP, favorecendo a execução da política de um país dois sistemas. 

Com mais de 80 anos de história, o Jardim de Infância D. José da Costa Nunes é o 13º galardoado com o “Prémio Identidade”, uma distinção atribuída no dia 7 de Dezembro de 2015 pelo Instituto Internacional de Macau (IIM).

O papel activo na manutenção de um sistema educativo de matriz portuguesa e o desenvolvimento de actividades que fortalecem a importância da língua e da cultura portuguesas, e que contribuem para a preservação da identidade macaense, foram as justificações apresentadas pelo IIM na atribuição do prémio à instituição de ensino pré-escolar.

A cerimónia de entrega do prémio decorreu no Jardim de Infância, onde houve espaço para duas actuações de dança dos alunos do primeiro escalão (três anos) e ainda um chá gordo com muito convívio entre amigos e conhecidos.

A sessão foi orientada pelo presidente do IIM, Jorge Rangel, com a presença da directora do Jardim de Infância D. José da Costa Nunes, Vera Gonçalves, José Rodrigues da Associação Promotora de Instrução dos Macaenses, Lurdes de Souza, presidente da Associação dos Pais e Leong Vai Kei, dos Serviços de Educação e Juventude.


Foi assinalado no dia 8 de Janeiro de 2016, o 100º aniversário do nascimento do Padre Benjamim Videira Pires, pelo Instituto Internacional de Macau (IIM), com uma palestra proferida pela historiadora, Beatriz Basto da Silva.

O início da sessão contou com a apresentação das edições dos missionários pelo presidente do IIM, Jorge Rangel, passando a palavra para a historiadora, que recordou Padre Benjamim Videira Pires e a vasta obra deixada pelo missionário, que é apontado como uma das figuras mais marcantes da vida cultural de Macau, na segunda metade do século XX.

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