Decorreu no dia 29 de Março no auditório da Diocese de Macau, o lançamento das obras, em língua chinesa, sobre os Missionários que trabalharam em Macau, Pe. Áureo Nunes e Castro e Pe. Luiz Ruiz Suarez.

A maior parte destes livros resulta de tradução de livros da colecção em português dos “Missionários para o Século XXI” do Instituto Internacional de Macau (IIM), como é o caso do primeiro, da autoria original de João Guedes. Esta série de edições pretende aproximar as comunidades e promover o conhecimento dos obreiros e das legiões de servidores da Diocese de Macau, entre eles os padres, missionários, leigos e letrados, que fazem parte da identidade cultural de Macau.

O outro livro, sobre o Pe. Ruiz é da autoria de Ieong Chi Chau, ex-director de uma escola católica, que fez a apresentação da sua obra, cuja tradução para a língua portuguesa está em curso. Durante a cerimónia, actuou ainda o coro de S. Tomás para interpretar algumas canções do Pe. Áureo, em homenagem a este insigne compositor e músico.

Entre os convidados especiais, estiveram Helen Ieong, da Fundação Macau, Pun Chi Meng, da Caritas Macau, Leong Tak Cheng e Lei Wai Fan, da Academia de Música S. Pio X e ainda Ng Seng Hong, do Coro Perosi.

Uma iniciativa do IIM e da Diocese de Macau, a sessão foi apoiada pela Fundação Macau e contou ainda com a colaboração da Associação dos Antigos Alunos do Seminário de S. José de Macau.

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Decorreu, entre os dias 13 e 15 de Março, na Universidade de Aveiro - UA em Portugal, o II Congresso Internacional “Diálogos Interculturais Portugal-China”. O objectivo desta iniciativa consistiu em oferecer debates e temas ligados ao inter-relacionamento histórico, cultural, linguístico, artístico e comercial de Portugal desde o início da sua expansão marítima, mas também em relação ao futuro onde se relevam estratégias nacionais ligadas a “Uma Faixa, uma Rota” e ao recém-anunciado projecto da “Grande Baía”, uma área no Delta do Rio das Pérolas que engloba o desenvolvimento coordenado de onze regiões e cidades da Província de Guangdong, entre as quais Macau.

Promovido pelo Instituto Confúcio da Universidade de Aveiro, apoio institucional do Instituto Internacional de Macau (IIM) e patrocínio da Fundação Macau, o programa do Congresso ofereceu um conjunto de eventos, entre debates, conferências, workshops e exposições, sobre as relações multiculturais e sobre a cooperação entre Portugal e a China, num ano que assinala os 70 anos da proclamação da República Popular da China, os 40 anos do estabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países e também os 20 anos do estabelecimento da Região Administrativa Especial de Macau da República Popular da China.

O evento contou na abertura com comunicações do embaixador da China em Portugal, Cai Run, o reitor da Universidade de Aveiro, Paulo Jorge Ferreira, do Ministério de Educação, de Jorge Rangel, presidente do IIM e dos dois directores do Instituto Confúcio daquela Universidade.

Do lado de Macau, interveram a Prof. Fernanda Ilhéu (ISEG/Univ.Lisboa), José Sales Marques (IEEM), nomes conhecidos de Macau, como o da Beatriz Basto da Silva, Paulo Duarte, Carlos Botão Alves, Carlos André, Álvaro da Rosa, Maria José Freitas e António de Abreu Freire que apresentaram comunicações da sua especialidade. Nas sessões que se realizaram em simultâneo nos outros dias do congresso, destaca-se o número significativo de académicos provenientes de instituições terciárias da China e a presença da prof. Rika Naito, da Universidade japonesa de Sofia, que traduziu para a língua japonesa obra de quatro autores macaenses: Henrique de Senna Fernandes, Deolinda da Conceição, Luís Gonzaga Gomes e José “Adé” dos Santos Ferreira, e de outros livros sobre línguas e gramática portuguesa.

Entre várias exposições abertas ao público, estiveram patentes as fisionomias, de traços inconfundíveis, de luso-descendentes de Macau, mostra de uma exposição de João Palla Martins, que decorreu na Sala da Biblioteca da Universidade de Aveiro. Integrada neste II Congresso Internacional, a exposição foi organizada pelo IIM, com o apoio da Fundação Macau, e apresenta cinquenta fotografias de um acervo de mais de 500 imagens seleccionadas pelo autor que as captou, durante 10 anos, em diferentes locais por onde os portugueses passaram, desde o Myanmar ao Japão, e da Indonésia à Índia.

O IIM vai oportunamente expor as imagens desta exposição em Lisboa e Macau, em local e data a anunciar.

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Com o objectivo de incentivar os jovens estudantes, professores, recém-licenciados e criativos à investigação e ao aprofundamento dos estudos visando o desenvolvimento da Região Administrativa Especial de Macau – nos sectores estratégicos da economia e da diversificação, do património e da identidade, das ciências aplicadas, e História de Macau – decidiu o IIM, com o apoio da Fundação Macau, alargar o âmbito do “Prémio Jovem Investigador”, que vinha atribuindo desde 2001.

O alargamento das áreas temáticas é justificado não só com a necessidade de adequação à mais recente evolução social, económica e educativa da RAEM, mas também com o estímulo de mais participação, das novas gerações, na construção de um futuro comum, num momento em que se diversificou fortemente o leque de intervenção e oportunidades e se assistiu ao crescimento e expansão do ensino.
II ÁREAS

São as seguintes, as áreas contempladas, para 2019:
1. Economia e Gestão;
2. Património, Turismo ou Identidade de Macau

 

Descarregamento de Regulamento e Ficha de Inscrição online:

Regulamento

Ficha de Inscrição (Individual e Colectiva)

 

VÍDEO PROMOCIONAL

 

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Decorreu na Universidade de Macau (UM), no dia 24 de Janeiro, a estreia ao público do documentário em vídeo "Macaenses - Uma Odisseia (parte um)".

Em resultado desse trabalho, o Instituto Internacional de Macau começou a preparar uma série de vídeos sobre a Diáspora Macaense no Norte da América, com o apoio da Fundação Macau, apresentando numa primeira parte, na fita do tempo, os testemunhos pessoais dos que viveram aqueles tempos conturbados em que decorriam a invasão do norte da China pelos japoneses, a retirada das famílias macaenses de Xangai, a subsequente Guerra do Pacífico e a ocupação de Hong Kong, período esse em que afluiu a Macau um número extraordinário de refugiados.

O documentário tinha sido exibido, numa pré-estreia, aos participantes do recente Encontro de Jovens Macaenses, tendo deles recebido comentários favoráveis. Desta vez e destinado ao público em geral, foi apresentado em língua inglesa, com legendas em português, e contou com a colaboração do CIELA - Centro de Investigação para Estudos Luso-Asiáticos da UM.

Estiveram presentes meia centena de pessoas na sessão, entre público, alunos e professores da Universidade de Macau, e a sessão foi apresentada pelo Secretário-Geral do IIM, Rufino Ramos e o professor do departamento português da UM, Mário Nunes. Entre os convidados presentes, estiveram Vong Iat Hang, representante da Direcção dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ), a vice-presidente do Departamento de Português da UM, Dora Maria Nunes Gago e ainda Jorge Valente, presidente da Associação dos Jovens Macaenses (AJM).

Trailer

 

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